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Itens
Os ingredientes da Cuia caem dos Males da Mata. Na Beira caem as essências e os catalisadores mais simples; os das rezas fortes só aparecem no fundo do Encante.
Chance de drop: probabilidade de um mal comum que carrega o item deixá-lo cair, por faixa. O Mal Antigo deixa essência e catalisadores garantidos. Cada catalisador tem uma procedência: a faixa mais rasa de onde ele vem. Cada essência cai com uma pureza, e quanto mais fundo, mais pura.
Despertares
A reza sobe de nível com o uso. Nestes níveis ela para até ser despertada na Cuia, oferecendo um catalisador e uma essência do encantado da reza:
- Despertar Inível 5Catalisador Raso ou mais fundoEssência Pura ou mais pura
- Despertar IInível 10Catalisador Profundo ou mais fundoEssência Pura ou mais pura
- Despertar IIInível 15Catalisador AbissalEssência Encantada
Essências
Uma por encantado. Dizem de quem é a reza.
Essência da Cobra-Grande
Lodo do fundo que firma o Encanto em coisa que se pega.
Essência da Iara
Água da Iara. Estende a mão do Curador até o que está longe.
Essência da Matinta
Assobio da Matinta guardado na cabaça. Muda a natureza do que toca.
Essência do Boitatá
Fagulha do Boitatá que pede para ser lançada longe.
Essência do Mapinguari
Encanto puro voltado para dentro. Faz do próprio corpo do Curador a arma.
Catalisadores
Decidem qual reza sai da Cuia.
Água de Remanso
Água parada da curva do rio. Ergue pedrinhas do fundo e atira no mal.
Barro de Várzea
Barro que a cheia deixa na beira. O Encanto levanta dele um barranco do nada.
Casco de Tracajá
Casco firme da tartaruga do rio. Vira um vigia que guarda o círculo e age sozinho.
Cerne de Jatobá
Miolo da madeira mais dura da mata. Endurece o couro do Curador e faz o golpe partir pedra.
Cinza de Coivara
Cinza da roça queimada. Soprada no mal, quebra a força dele como quebranto.
Cipó-Titica
Cipó comprido e firme. Pega coisas do chão à distância, carrega e arremessa.
Concha da Pororoca
Concha que a onda grande deixou na praia. Guarda o estrondo que empurra tudo.
Escama de Pirarucu
Escama do peixe grande do lago. Levanta um banzeiro que empurra e desvia o que vem.
Espinho de Tucumã
Espinho fino e duro da palmeira. Sai da zarabatana ligeiro e certeiro.
Fio de Tarrafa
Fio da rede de pesca, cheio de nó. Pega o mal de longe e joga onde você quer.
Folha de Aninga
Folha larga da beira do igapó, firme como lâmina. Vira facão de água na mão.
Folha de Sumaúma
Folha da árvore-mãe, que respira pela mata inteira. Dá fôlego e passo ligeiro.
Garra de Mapinguari
Unha torta do bicho que guarda a mata. O tapa sai pesado e o corpo bebe da briga.
Gota de Sereno
Orvalho da madrugada guardado na folha. Respinga e deixa o mal mole e lento.
Lama de Igapó
Lama funda da mata alagada. O chão vira lamaçal onde o mal atola.
Ouriço de Castanha
Ouriço fechado com as castanhas dentro. Estoura em brasa para todo lado.
Pena de Gavião-Real
Pena da ave que caça do alto. Dispara o corpo numa arrancada que ninguém acompanha.
Pena de Rasga-Mortalha
Pena da coruja da Matinta. Seu assobio prende o mal no lugar e o deixa frágil.
Seixo do Lajeado
Pedra redonda da cachoeira. Faz uma mão de pedra que bate mais longe e mais forte.
Semente de Tucumã
Caroço duro que o Boitatá acende. Sai voando reto como fagulha.
Bigode de Onça
Fio do bigode que sente a presa no escuro. O corpo salta no bote antes de pensar.
Dente de Boto
Dente do boto que some no rio. Mergulha o Curador para longe do perigo.
Dente de Onça
Dente que ainda guarda o esturro. Os males ouvem e vêm brigar com você.
Dente de Piranha
Dente miúdo e afiado. Chama um cardume que roda em volta e morde quem chega.
Favo de Caba
Pedaço de casa de caba, ainda zumbindo. Solta o enxame que acha o mal sozinho.
Látex de Seringa
Leite da seringueira, que gruda e não solta. Quem pisa no visgo fica preso.
Ovo de Tracajá
Ovo enterrado na praia, de casca firme. Levanta uma couraça que segura o golpe.
Pedra do Rebojo
Pedra lisa tirada do redemoinho do rio. Puxa tudo ao redor para o meio, como o rebojo.
Pena de Garça
Pena leve da garça branca. Faz o mal boiar no ar sem pé no chão.
Tição de Roçado
Tição que nunca apaga de todo. Onde é largado, o chão vira coivara acesa.
Casca de Acapu
Casca da madeira que não apodrece. Chama um tronco que desaba no ponto.
Casco de Jabuti
Casco de quem aguenta tudo calado. Fechado nele, nada fere.
Olho de Boto
Olho do boto que encanta quem olha. O mal esquece de quem é e briga com os outros.
Pena de Urubu
Pena de quem anda com a morte. Bota panema no mal: tudo dá errado para ele.
Resina de Breu
Breu que se queima para espantar mosquito. A fumaça sobe em coluna e cura quem está dentro.
Escama de Sucuriju
Escama da Cobra-Grande. Aperta tudo num abraço e joga no chão.
Ferrão de Arraia
Ferrão escondido na areia do rio. Dói em dobro em quem já está preso.
Lasca de Castanheira
Lasca do tronco que caiu na mata. Guarda o peso da queda e racha o chão quando rezada.
Olho de Jacaré
Olho que não dorme. Rezado no chão, levanta um vigia que guarda o lugar sozinho.
Talo de Paxiúba
Talo duro de palmeira, de fazer arpão. Alinha o Encanto numa linha que atravessa tudo.